Minha história com a Depressão Pós parto

Saianamoda post

Oi gente! Como vocês estão?

Hoje eu venho falar de um assunto delicado, que me levou a sumir por uns bons meses do blog (me desculpem!), mas que dessa forma eu espero ajudar pelo menos uma pessoa que esteja passando por algo parecido.

Tive minha princesinha Rachel em Janeiro de 2015. Meus pais ficaram conosco no primeiro mês (o que foi maravilhoso, já que minha mãe é uma super companheira e meu pai um mega cozinheiro! Hahaha). Nos primeiros dias pós parto, algo que ninguém havia me falado e que não tinha lido em lugar algum antes, é que seus hormônios ficam meio loucos (além de vc, hahaha) e que você vai chorar sem motivo em alguns momentos e sem conseguir segurar…hehehe.. Foi até engraçado. Eu dizia pro meu marido: Estou bem, não sei porque, mas começo a chorar e não consigo parar! Rsrsrs . Fique tranquila! Isso é normal! Apesar do sono, dificuldades pra aprender a amamentar, etc, eu estava muito confiante que daria conta e muito feliz!

O que começou a preocupar a mim e meu esposo foi que nas semanas e meses seguintes eu tinha momentos de choro, já com tristeza mesmo, frustração, etc, e que ás vezes durava o dia todo, quase. Resumindo, eu chorava todos os dias.

Mas eu tive uma gestação tão boa e tranquila, estava feliz, apesar de não dormir muito, e estar me adaptando a todo um novo ritmo de vida, então, acreditava que aquilo era passageiro. Pensava que eu estava apenas cansada e iria melhorar conforme eu me ajustasse a esse novo momento da minha vida. Preciso dizer que eu estava errada. Essa parte não era normal. Eu não conseguia sair daquele lugar triste e frustrante e isso me decepcionava ainda mais! Porque queria estar bem, feliz, pra cuidar da melhor forma da minha filhinha que eu tanto amava.

Eu nunca achei que estaria pronta pra ser mãe (na verdade enrolei bastante para tomar essa decisão porque nunca tive “aquele desejo de ser mãe” como muitas pessoas sentem e queria estar confortável com essa decisão) ou que sabia quase tudo sobre a maternidade então não tinha porque me preocupar. Mas eu estava segura de que conseguiria vencer os desafios da maternidade e que iria me adaptar da melhor forma.

Mas o que mais me deixava triste era ver como eu era “fraca” e que não conseguia fazer o que “deveria” (ex: colocar rotina, melhorar o sono da minha bebê, meu leite começou a diminuir, reflexo de todo esse momento que eu estava vivendo, etc – pra ajudar, na verdade pra piorar, sou um “pouco” perfeccionista, como sabem aqueles que me conhecem de perto e me cobro muito!). Eu questionava todo os dias: Como todo mundo consegue fazer isso e eu não consigo? (isso=cuidar de um bebê, se cuidar, ter vida após o parto…entre outros)

E aí, chorava mais… 😦

Eu lembro desse período agora como algo muito sombrio, triste. Apesar de ter uma bebê linda e que eu estava apaixonada, amigos ao meu lado, morando pertinho de mim e super dispostos a ajudar, eu me sentia sozinha naquele novo mundo.

Meu esposo estava bastante ocupado com a conclusão do curso dele, (nos mudamos pros EUA para ele fazer um MBA e a formatura era em Maio), super pressionado, decidindo sobre os próximos passos na carreia, e pra nossa família também, já que iríamos decidir ficar aqui ou voltar pro Brasil, depois reunindo toda a papelada e burocracia para pedido do visto de trabalho, etc.

Além disso, chegava em casa, e eu aos prantos. Não foi nada fácil pra ele também.

Pausa para choro…

Ele foi uma anjo! Super compreensivo, me ajudava em tudo que conseguia, tentava aliviar o que eu estava sentindo, me abraçava (o que muitas vezes era realmente o que eu precisava).

Mas eu me sentia sem esperança nenhuma de melhora. Todos os dias eu achava que estava começando a pegar o jeito, e tudo mudava ou surgia outro desafio e eu me sentia ainda mais perdida, sem chão. Até que comecei a não gostar daquela minha nova vida. Muito triste isso, já que minha filha não pediu pra nascer e agora estava ali, comigo nessa situação.

Meu marido insistiu que eu ligasse pra minha médica e contasse como estava me sentindo. Mandei um email explicando e recebi a resposta: “Ligue para o consultório e agende uma consulta imediatamente.” Fiz isso. E me pergunto porque demorei tanto! Mas vamos lá… Chegando na consulta, a enfermeira foi fazer uma triagem (medir pressão, peso, etc) e só de entrar na sala do médico eu já comecei a chorar sem conseguir parar. Não conseguia falar direito. A médica então me receitou um anti depressivo leve( já que eu estava amamentando) e, como eu iria no mês seguinte para o Brasil, ficar com minha família e matar um pouco a saudade, ficamos com a esperança de que me ajudaria muito na recuperação.

Senti diferença com o remédio já na primeira semana! Incrível. Eu parecia outra pessoa (um pouco parecida com a Geovana que eu conhecia antes). Fui para o Brasil e nos primeiros dias por lá até o meu marido falava: Que gostoso ver a Geovana alegre de volta!”. Foi muito bom, porém tive uma recaída lá ainda e após contatar minha médica, tive que dobrar a dose da medicação. Quero contar esses detalhes para que se você passar por isso, não se cobre por não estar melhorando. Tem que ir ajustando tudo e aos poucos. Eu estava passando por um grande período de mudanças. Além da bebê, o nosso futuro estava meio incerto e depois que definiu, tinha, mudança de cidade, casa, lugar onde não conhecia ninguém, ansiedade porque meu esposo voltaria a trabalhar e eu estaria sozinha em uma cidade/ país diferente com minha bebezinha. E o medo de não dar conta de tudo voltava a me visitar.

Bem, por muitos meses não gostava nem de lembrar desse período. Acho que tirando meu marido, não me abri assim com ninguém mais. Só que nos últimos dias comecei a pensar bastante em tudo que aconteceu e senti o desejo de compartilhar isso e, quem sabe ajudar alguém.

Por isso, queria dizer que passados 5 meses de tratamento, muito apoio de pessoas queridíssimas e um esforço meu também para superar isso, eu estou me sentindo muito melhor. Há cerca de um mês, a Rachelzinha começou a dormir melhor de noite (Graças a Deus!!! Hahaha) o que me ajudou muito a melhorar também. Ainda não estou 100%, mas nada como um dia após o outro.

Aprendi algumas coisas e vou compartilhar aqui com vocês.

Sim, seu mundo pode parecer que virou do avesso, que você nunca mais vai ter sua vida de volta, ou tempo pras coisas que você gosta, mas:

– Você não está sozinha!!

– Aceite ajuda.

– Peça ajuda! Principalmente de um profissional! Fale com seu médico e pergunte se o que você está sentindo é normal. Eu demorei muito para aceitar que havia algo errado e que eu não conseguiria resolver sozinha.

– As coisas vão melhorar! Acredite! (sim, eu sei. Eu também não acreditava que era possível)

– A teoria é linda, mas a prática, geralmente é um pouco ou totalmente diferente. Por isso, seja flexível.

– Não se importe tanto com o que vão dizer.

– Você não é a pior mãe do mundo. Você está tentando dar o seu melhor para seu filho/filha e a única coisa que eles precisam é amor.

– Tenha paciência com você mesma! Não precisa acertar de primeira, não precisa arrumar a casa todos os dias, ou lavar a louça, ou lavar a cabeça, ou trocar o body do neném porque ele gofou de novo, etc.

Para finalizar, eu gostaria de deixar aqui um agradecimento especial e todo o meu carinho a algumas pessoas que fizeram muita diferença para mim nesse período que tanto precisei:

  • Meu amor, Gu…por onde começar? Nem sei. Só obrigada, obrigada e obrigada. Você é o amor da minha vida e isso só me fez te amar muito mais. O melhor marido, amigo, companheiro e pai do mundo! Obrigada por cada abraço, cada carinho e cada palavra de conforto. Sem palavras.
  • Mama e papi. Sem vocês eu não daria conta mesmo! Obrigada pela segurança que vocês me passam sempre, pelas orações e preocupação, além de todo amor dado a mim, Gu e a Kekel!
  • Às melhores irmãs do mundo! Batiz e Bi, por mesmo com seus problemas e compromissos, pararem para me ouvir um pouco. Batiz obrigada por cada post em todo esse período que não pude ajudar no blog.
  • Minhas queridas: Lu, Ana e Má! Talvez vocês nem saibam de nada disso. Mas obrigada pelo carinho de sempre, por cada mensagem que me distraía de tudo aquilo, por cada risada. E viva o quarteto fantástico!
  • Ana Luisa. Minha querida. Como já te disse uma vez, não sei como agradecer toda a ajuda, carinho e acolhimento que você me deu sempre que precisei, mesmo sendo muito tímida para pedir ajuda. Parece que você sentia e me socorria sempre! Sou muito grata a você e saiba que isso ficará guardado pra sempre no meu coração.
  • Obrigada Fê Lehr (por me ouvir muitas vezes e por nos ajudarmos sempre que possível), Dani, Li, Clara e Bi (especialmente por me levarem as delícias Jajudando na endorfina! haha)
  • Rahael: My best friend. Thank you so much for been by my side, understand, and always trying to make me feel better. Karun as well. Thank you so, so much.

Apenas dois pontos que acho importante dizer:

  1. Com cerca de 6 semanas pós parto, comecei a tomar um anticoncepcional. Foi aí que tudo desandou mesmo. Parece que meus hormônios ficaram perdidos. Se trata de um desequilíbrio químico mesmo, por isso a medicação ajudou tanto.
  1. É bom dizer que existem diferentes graus da depressão. Por isso a importância do acompanhamento médico, para entender o seu caso e a melhor abordagem (medicação, análise, etc).

Aos que leram até aqui, obrigada! Hahaha. Ficou realmente enorme esse post, mas estou feliz por ter escrito tudo isso (mesmo sendo tão difícil relembrar alguns sentimentos que gostaria de esconder e esquecer). Se você está passando por algo parecido, sinta-se abraçada! E se quiser, nos conte a sua história também ou aqui nos comentários ou no nosso email: saianamodablog@gmail.com.

Agora vou parar por aqui, de verdade!

Espero voltar com tudo agora no blog. Por isso nos ajude, contando o que você mais gosta de ver por aqui.

Beijos,

Gi.

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46 pensamentos sobre “Minha história com a Depressão Pós parto

  1. Gi…. que bom que está melhor!… Realmente esse primeiro ano pós parto não é o mais fácil, mas com a ajuda de Deus e da nossa familia, principalmente apoio do marido.. conseguimos! Parabéns Gurreira! bjus

  2. Geovana, pra começar, chorei litros lendo esse post (e estou nesse momento na recepção de uma clínica, bem cheia. ..detalhe …a doida olhando pro celular e chorando. .rs).
    Chorei não por pena de vc, mas por me ver nesse post.
    Sim, só que diferente de você eu não tinha mãe por perto e nem tive a sensibilidade do meu esposo. E eu sabia que tinha algo errado, eu “gritava” por socorro. Cheguei a falar com ele que tinha algo errado, que precisava me cuidar. Mas ele não fez nada. Talvez por imaturidade ou insensibilidade mesmo. Até que chegou num ponto em que eu não aguentei. Só que isso não foi meses depois, já haviam se passado 2 anos e 2 meses.
    Consegui “andar” sozinha, por mim, e fui ao médico. Quando falei que fui ao médico aí que todos a minha volta “acordaram” e me enxergaram.
    Minha filha foi pra escola, eu passei a tomar remédio e minha mãe se mudou de Brasília e veio ser minha vizinha..rs (no Espírito Santo).
    Eu confesso que não sou muito paciente com tratamentos, e por conta própria me suspendi dos remédios. Tomei por quase 3 meses só e parei.
    Sei que é errado.
    Mas me sinto melhor. De vez em quando não fico no meu melhor dia, mas tá dando pra levar.
    Enfim…
    Admiro sua coragem em te expor. Essa atitude só te prova que vc é capaz de muita coisa boa!
    Vou ficando por aqui, porque daqui a pouco me chamam pro exame e preciso parar de chorar…hahaha

    bjoss :*

    • Clá!! Desculpa te fazer chorar ai. Hahaha. Era exatamente isso que eu queria. Trazer pra perto essa realidade Pq pode acontecer com qq um, até mesmo conosco, servas. Obrigada por me contar tudo isso! E Parabéns a vc por ter ido atrás de socorro mesmo depois de 2 anos! Q força vc teve pra suportar todo esse tempo! Te entendo bem. Minha mãe e família tb estava longe e não tinha nossa igreja na cidade onde eu morava. Isso tudo fez muita falta. Q bom q se identificou. Mas faça o tratamento direitinho. Vale a pena. Obrigada mesmo pelas palavras e carinho. Espero q tenha conseguido parar de chorar! Rsrs. Conte comigo se precisar conversar mais. Bjs!

  3. Muito, muito linda a sua história de superação e a sua coragem de abrir o seu coração, pois a maioria das mulheres escondem, por motivos diversos, o que muitas passam pós parto. Aí vc se sente exatamente como vc disse, como pode? Só comigo? Com as outras são mil maravilhas!!!!! Tbm passei por momentos difíceis no início, não cheguei a ter depressão, mas passei bem por perto. Não tinha leite suficiente, isso pq tomava litros de água, e meu bebê chorava de fome e eu me sentia a pior mãe do mundo pq não conseguia amamentar direito, além disso não conseguia relaxar e dormir qdo meu bebê estava dormindo. Se não fosse a minha super mãe ao meu lado, eu teria caído em depressão profunda.

  4. Lindíssimo texto, rico em detalhes para que muitas mulheres que estão na mesma situação percebam que não estão só, e não são por esse motivo “péssimas mães”. Também tive meu momento depre pós parto, assim como vc esperei muito pela decisão de ter um filho, justamente por tb não ter aquele famoso “desejo”. Durante a minha gravidez tive problemas com a entrega de nosso apartamento que me deixou muito estressada, engordei uns 30kgs, e um dia antes da minha última consulta minha mãe teve um sonho nada agradável que me levou a ir para o hospital em emergência, onde tive que mentir que estava passando mal (imagine minha cbç morrendo de medo que algo de ruim estivesse acontecendo e ainda vejo minha mãe e a medica discutindo sobre os planos terrestres e planos celestias… hahaha hoje eu dou risada, mas na época chorei litros) qdo fiz o ultrassom estava tdo certinho e fui embora. No dia seguinte comecei de madrugada a ter contrações e tive que fazer cesária devido a minha pressão (20×12). Tudo ocorreu bem, meu bebê lindo, aí veio outro problema: amamentação. Meu marido dessa vez interveio e assim q saímos do Hospital disse que não ir ver o filho aos berros por fome, e então decidimos dar a temida “mamadeira” (um pouco contra a minha vontade, mas na hora eu concordei estava exausta). Então nessa altura tdos queriam dar a mamadeira, e eu tinha tempo para colocar tdo em ordem na casa. Resumindo fiquei um mês igual a um zumbi ( nas madrugadas somente eu acordava) e meu esposo dando muito “palpite” ( Vcs podem se perguntar: Nossa ele ajudava e ela ainda está reclamando??? Ele é um execelente esposo, mas que se tornou um pai obsessivo, e naquele momento eu queria ser apenas “a mãe”). Conclusão: meu chefe me fez uma proposta de 1x por semana ir ao trabalho e colocar tudo em ordem, NÃO PENSEI 2X, seria meu momento de alegria naquela bagunça de vida que esta tendo (ai vem o pensamento: que absurdo, tenho mais prazer em trabalhar do que estar com meu filho??? Pq meu Deus???) Meu marido desaprova até hj essa minha decisão, mas foi o que encontrei para me afastava um pouco daquela “vida” que não estava feliz, e que hj percebo que foi minha terapia, que ao voltar pra casa mesmo cansada, tinha forças para passar a semana.. Enfim, o tempo foi passando, ainda temos muuuuuitas diferenças na forma como queremos educá-lo mas que ja conseguimos dialogar sem impor.. Meu filhote hj tem 4 anos: lindo, esperto e saudavel. Mas se me perguntarem: vc deseja ter outro filho?? Minha resposta: NÃO, sou mãe do João, meu coração não aguenta mais emoções… hahaha Um ótimo final de semana.

    • Fabiana! Super obrigada por me contar sua história! E é exatamente isso! Q bom q deu mamadeira. Naquele momento era o q vc é seu bebê precisavam! Hj com toda essa tendência de vida saudável, informação na ponta dos dedos, a gente fica muito preso e acha q tem q fazer exatamente como seria o “certo”. Mas o q é o certo? Eu relutei muito pra dar a mamadeira tb. Nem chupeta eu queria. Meu marido insistia, pedindo pra eu deixar ele dar fórmula pelo menos pra eu descansar um pouco. E eu: não! Não pode! Não quero isso pra minha filha! Antes eu tivesse aceitado. Não ia fazer mal algum. As vezes faria mto bem a nos duas. Mas vamos aprendendo né? Parabéns por ter sido forte em decidir ir trabalhar!!!! Escolha super acertada! Acabei não colocando no texto q é super importante é recomendação médica, q vc tenha um tempo por dia pra vc! Sem o bebê. E nada de se sentir culpada. Precisamos respirar um pouco e ver q a nossa vida continua né? Te entendo demais!!! E estou com vc … Sou mãe da Rachel só é muito feliz! Hahaha. Obrigada mesmo!! Adorei ler ser relato. Bjs e tudo de bom!

      • Vdd Giovana… essa pergunta definiu minha inexperiencia como mãe: Mas o que é o certo? E se Deus hj permitisse ter outro filho pode ter a absoluta certeza que já iria para a maternidade com um kit de mamadeiras, sem nenhum sentimento de culpa.

        Ah sobre a chupeta eu dei sim, e fui conversando com ele que no aniversario dele de 2 anos ele não poderia mais chupar pq já deixaria de ser um bebê e seria um menininho. Foi tao bonitinho, no dia de seu aniversario ele mesmo me deu a chupeta e disse: Já sou menininho mamãe. Claro que não foi tdo perfeito, ele chorou por 2 dias mas fomos firmes na decisão.

    • Conheço aquela guerreira incrível.. Gi, vc não está sozinha nessa, tem pais maravilhosos, irmãs fantásticas que mesmo longe torcem muito por vc, e como disse um marido bem presente… essa é a primeira de muita batalha que ainda vem pela frente, cada idade é uma fase diferente a ser enfrentada, mas saiba que qdo tudo passar vc vai olhar pra trás e sentir como tudo foi e é gratificante, o qto uma situação dolorosa nos molda. Rachel tem a MELHOR MÃE DO MUNDO… PARABENS pela princesa e FFF (força, foco e fé).

  5. Oi Gi, li seu texto e fiquei muito emocionada, de ver como foi difícil pra você, fico imaginando tudo o que você passou, sei que não foi fácil. A vontade que me deu foi de pagar você no colo, te abraçar…
    Mas fiquei feliz principalmente por você ter superado tudo isso com muita garra. Graças a Deus você conseguiu. Meus parabéns!

  6. Gi gosto muito da sua página
    Não sabia que tinha passado por esses momentos difíceis .
    Realmente ser mãe é a melhor coisa que pode nos acontecer.
    Sinto um certo privilégio.
    Você já descobriu isto.
    Não se preocupe creio que o acúmulo de tantas coisas novas tenha te deixado assim.
    Nossos pensamentos muitas vezes nos perturbam mas temos um Deus forte e poderoso que nos ensina.
    Tudo que é bom nisso pensai.
    Filipenses 4-8
    Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
    Vamos a luta você já é mais que vencedora
    Beijos e felicidades pra essa linda família

  7. Gi, queridona! Quanta saudade! Vcs fazem uma falta inexplicável!!! Olha, há dias li por 2 vezes o versículo que nos fala que ” E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8:28), e essa palavrinha “juntamente” é muito especial, porque toda a sua experiência cooperou para seu bem, e para o bem de tantas outras mamães que lerão esse post e estão passando por esse momento de angústua, tristeza e aflição tão profundo!!! Você é mais que vencedora Gi … vc, Gush e a gostosura lindíssima da Kekel!!! Um beijo imenso, testemunho profundo, emocionante e repleto de dicas e ajuda!!! Que o Senhor continue a ser com vcs, em tudo! Saudades

  8. Realmente, Gi, a depressão pós-parto é mais comum do que se imagina. As mãe têm medo, vergonha de falar do assunto, porque parecem duas palavras antagônicas “maternidade(felicidade) e depressão”, mas além das mudanças hormonais, com um filho nascem também grandes responsabilidades, o desejo de fazer sempre o melhor, e mais do que nunca, de não errar. Um ditado que sempre ouvi e que agora com o Joaquim pude constatar é que com a maternidade nasce a culpa. Eu imagino que, como tudo na vida, a maternidade vai nos permitir um aprendizado constante. Confesso que pra mim o início da maternidade foi bem confuso também, quando você chega em casa com um bebê no colo, não existe um manual… não é bem como as campanhas publicitárias ou novelas pintam! hehehe Mas eu acho que ainda está tudo muito recente pra gente, nada melhor que o tempo para nos fazer adaptar. O meu grande desafio no momento é me cobrar menos quanto à maternidade , e tentar me dedicar também a mim, meu marido, meus pais, irmãos, amigos. Acho que o filho é um “serzinho” por quem a gente tem o maior amor do mundo e que Deus nos concede gerar, dar todas as diretrizes, garantir a felicidade e bem estar até quando pudermos. Mas um dia eles serão independentes, assim como nós. E a nossa vida vai continuar… Filho é uma grande missão que a gente recebe e o grande desafio é tentar cumprí-la com leveza. Beijos grandes, e vamos que vamos vencendo, dia-a-dia, os desafios da maternidade!

  9. Oi Gi!
    Primeiramente, quero te parabenizar pela coragem de expor para tantas pessoas um momento tão íntimo e delicado.
    Penso que reconhecer a fraqueza é o primeiro passo para se tornar forte de verdade.
    E tenho certeza absoluta que a partir de agora qualquer dificuldade vai se tornar pequena ante à GRANDE MULHER que você se tornou.
    Ainda não sou mãe, mas pretendo um dia ser, e quero estar preparada para enfrentar esses momentos duros.
    Com certeza a sua história vai me ajudar a entender e a superar os desafios que a maternidade nos impõe.
    Tenho sobrinhos pequenos e sinto que não posso decepcioná-los e não quero que eles sofram e isso me angustia às vezes, pois penso que, se sou assim com eles, imagina com os meus.
    Mas desde já quero me preparar para não me cobrar tanto e levar as coisas com mais leveza.

    Muito obrigada por compartilhar essa linda história de superação e parabéns pela linda família.
    Sua filha é uma fofucha gostosa!

    Um beijo grande e carinhoso,

    Isabel Birmann

  10. Eu tb passei por isso! Foi devastador! Eu preferia sentir dor a sentir isso novamente! Mas o importante é que isso passa (apesar de, realmente, a gente não acreditar – parece não haver luz no fim do tunel). Demorei muito tempo até, por exemplo, poder ouvir musica sem chorar. Não foi fácil! Mas acabou! Eu sempre alerto minhas amigas sobre os sintomas, pois quanto antes se inicia o tratamento, mais rápido se melhora! Parabéns pelo lindo texto! Parabéns pela superação!

    • Falou tudo Virgínia. Entendo bem. Não conseguia ouvir a música do mobile dela sem me lembrar do momento q ficava chorando enquanto ela se distraia por alguns minutos. Mas vai passando mesmo. Ainda bem né? Obrigada por compartilhar! Bjs

  11. Oi, Geovana ! E assim é a vida, né ? Não vem moldada em uma forma ( ainda bem, rs ) ! Simplesmente não conseguimos ter o controle de tudo porque somos humanas, com todos os nossos milhões de sentimentos, preocupações e etc ! Eu não sou mãe, mas também já passei por fases de tristeza e frustrações… mas são fases ! Essas experiências nos fazem amadurecer e até valorizar mais as pessoas que nos amam e fazem diferença nas nossas vidas ! Lindo seu texto, tão sincero e delicado ! Bjs pra você e pra sua pequena !!

    ( ah, eu sou a Cássia, “irmã” mais velha da sua irmã Bianca, há, há )

  12. Oi Gi! Quanto tempo, hein? Vi seu post pelo facebook e achei interessante. Eu era dessas que vc comentou “doida pra ser mãe”. Tive esse desejo gritando dentro de mim desde que casei. Me via uma super mãe e prática. Como vc sabe, os bebês mais próximos de mim foram meus sobrinhos que já estão grandes, então resumindo: não sabia como era a maternidade realmente. Minha gestação, assim como a sua foi maravilhosa, tranquila e me preparei muito para ter o parto como eu sonhava! E tive! Só não sabia que eu Devia me preparar para o depois tb! Enquanto estive na maternidade foi ótimo. Até que cheguei em casa com meu bebê nos braços e esse sentimento que vc e eu bem sabemos tomou conta de mim. Dificuldades pra adaptar a amamentação, bico rachado, noites em claro, corpo completamente diferente de antes, inseguranças mil e hormônios berrando: o resultado não podia ser diferente! Eu me dizia: “roubaram minha vida! Quero ela de volta!”. Chorava muito e queria minha mãe perto 24horas! Fiquei assim por muitos meses, não sei ao certo quantos, (acho que uns 8meses) mas sei que o sentimento que tinha era horrível. Como se a vida não fizesse mais sentido (imagina!sentido não tinha antes do meu filho!!! Rsrsrs). Não procurei ajuda médica pq meu marido achava que era frescura minha e eu resolvi acreditar nisso, eu acho! Rs Ele não dava crédito aos meus choros…acredito que ter minha mãe e sogra ao lado, todos os dias na minha casa , amigas que me apoiaram MUITO e um marido que fazia de tudo pra me ajudar a descansar me fizeram superar esse momento difícil!
    Eu esperava de mim a perfeição, e nunca ficava satisfeita! (Mas Pq todas as outras mães eram?!?!). Eu só queria uma noite bem dormida, e não tinha… (Mas Pq todas as outras mães dormiam?!?!) Eu queria JORRAR leite para o meu filho, e cada dia de choro, ele secava mais (Pq na rua, filme, novela amamentar era tão fácil?!?!). Demorei pra “assimilar” e aceitar que a gente não consegue controlar tudo e que as coisas nem sempre saem como a gente espera!
    Graças a Deus, eu fui percebendo que a nossa vida volta, com adaptações, mas volta! E descobri mais ainda, que muitas mães sofrem quietas! Sua iniciativa foi muito legal Pq com certeza vc não está sozinha e isso faz parte do puerpério!
    Aquela frase “ter filho é ter o coração batendo fora do peito” é a pura realidade! Como podíamos viver sem nossos tesouros??? Hoje o Tiago tem 1 ano e um mês, já entendi que ser mãe não é ser perfeita e finalmente enxergo as maravilhas desse presente tão especial que é a maternidade! Ahh, e só pra constar: mesmo com as noites ainda mal dormidas! Rsrsrs e mais uma coisa! O tempo voa!!!!
    Parabéns pelo nascimento da Rachel e se considere uma vitoriosa!
    Um beijo!

    • Oi Bel! Mto tempo mesmo. É exatamente isso. Sabia q seria uma adaptação e q seria cansativo e tal, mas nunca imaginei q seria tão difícil. E sentia isso mesmo: quero minha vida de volta! E ao mesmo tempo nos sentimos culpadas por pensar assim né? Q coisa. É mto aprendizado mesmo. Principalmente aceitar q não podemos controlar tudo. Mas não existe coisa mais gostosa de ver o sorriso deles né? É verdade. Q delicia! Tenho certeza de q o Tiago é uma fofura! E q bom q o pior já passou né? 🙌🏻😅 o tempo voa mesmo. Não acredito q a Rachel já vai fazer 8 meses😱 obrigada! Obrigada tb por compartilhar a sua história! Td de bom pra vcs! Vc tb é vitoriosa! Parabéns! Bjs

  13. Geovana que bom que agora você está bem! Muito bom o seu depoimento para ajudar quem está passando por isso é quem possa passar. Você é uma pessoa que merece muitas alegrias e vitorias, mesmo te conhecendo pouco ( ou muito pois gosto de ler o seu blog rs) sei que é uma excelente mãe, esposa, filha, irmã e amiga é só foi uma fase ruim tudo isso!
    Super beijo e tudo de bom pra você e Rachelzinha

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